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Mostrando postagens com o rótulo Pescaria

A TRAVESSIA - Eu não sei nadar. Meu irmão me colocou em seus ombros para atravessar o rio. No meio do rio começamos a afundar. Meu irmão conseguiu se salvar, mas eu não

14º CAPÍTULO - A TRAVESSIA Meu pai sempre gostou de pescar. Às vezes vai pescar no rio que contorna nosso bairro aqui no bairro mesmo, mas a maioria das vezes ele vai a lugares afastados daqui. Na maioria de se suas pescarias ele leva um filho ou dois. Como minha mãe não tinha encomendas de salgados para sábado, ele disse que sairia para pescar sábado de manhã e que eu iria com ele. Meu irmão mais velho também. Como a gente ia a pé, Saímos bem de manhã para um lugar que meu pai já tinha pescado lá outras vezes e que ele chama de 48. Este lugar fica, para meu pai e meu irmão, não muito longe de nossa casa, mas para mim, eh muito longe. O rio eh o mesmo que da contorno ao nosso bairro. Para se chegar ao 48 nós fomos por uma estradinha de terra que acompanha a linha do trem. Não tinha subida nem descida, mas mesmo assim eu ando muito lentamente e paro para ver tudo que eu acho legal. Com isso meu pai foi se distanciando, porque segundo ele eu estava atrasando a pescaria dele,...

PESCARIA COM LIMÕES - Chegamos por volta das dez da noite. O lugar eh muito escuro. Meu pai acende uma lamparina que tem um mini botijão em baixo que eles chamam de Liquinho.

25º CAPÍTULO - PESCARIA COM LIMÕES Meu pai gosta muito de pescar. Ele pesca em muitos lugares perto de casa e um pouco mais longe aonde sempre vai a pé ou de bicicleta. Alguns lugares ele vai de trem até a estação e depois continua o restante do caminho até o rio a pé mesmo. Algumas pescarias do meu pai ele vai com os amigos e tios nosso. Geralmente essas ele fica mais tempo. Nas pescarias que ele vai a pé ou de bicicleta ele leva minha mãe, alguns dos meus irmãos e eu. Eu não gosto de pescar, mas tenho que ir assim mesmo. Alguns dos meus irmãos quando nasceram meu pai nem estava aqui, ele estava pescando e não deu para chegar a tempo de ver o nascimento. Um amigo de meu pai tem um rancho na beira de um grande lago formado por uma represa. Meu pai vai neste rancho pescar com este amigo dele, que eh o dono do rancho, geralmente na sexta e volta domingo. Eles vão no carro deste dono do rancho. Sempre meu pai leva um ou dois filhos. Pela primeira vez meu pai disse que eu vou ...

VENDEDOR DE PICOLÉS - Peguei o carrinho com cinquenta picolés e fui para nosso bairro tentar vender lá. Parei em frente a nossa casa. Meus irmãos ficaram perguntando o que eu fazia ali. Eu dizia que estava vendendo picolé e se algum deles quisesse teria que pagar

31º CAPÍTULO - VENDEDOR DE PICOLÉS Engraxar sapatos não estava dando muito certo, pois na maioria dos dias eu não consegui engraxar nenhum sapato. Então, meu pai que era amigo do dono de uma sorveteria que tinha na cidade, na verdade a única que tem na cidade, e foi conversar com ele para eu vender picolé no carrinho pela cidade. Este amigo do meu pai faz picolés e muitos meninos saem com carrinho vendendo picolés para ele. Meu pai combinou tudo com ele e eu teria que somente pegar o carrinho com picolés e sair pelas ruas da cidade vendendo. Fiz conforme meu pai mandou, peguei o carrinho com cinquenta picolés e fui para nosso bairro tentar vender lá. Parei em frente a nossa casa. Meus irmãos ficaram perguntando o que eu fazia ali. Eu dizia que estava vendendo picolé e se algum deles quisesse teria que pagar. Eles riam muito de mim, me chamavam de maluco e diziam que eu tinha que ir na cidade, ali no bairro ninguém ia comprar. Então, com medo de meu pai chegar e me ver ali ...

EU E MEU PAI NUM DIA PARA ESQUECER -

EU E MEU PAI NUM DIA PRA ESQUECER Lembram do que aconteceu quando eu misturei o arroz com o açúcar e feijão? Então, não aconteceu nada. Meu pai não me bateu não me xingou e disse para minha mãe que depois ele resolveria isto. Meu pai eh um homem muito severo. Mas eh de criação mesmo, meu avô era super severo com os filhos. Se meu avô chamasse um filho ou mesmo filha e este respondesse: __Espere ai que já vou. Ou qualquer outra palavra que não fosse "Sim Senhor", ele ia até o filho e lhe dava um murro na cabeça com toda a força possível. Isto meu pai contava pra a gente sempre quando a gente fazia algo que ele dizia não ser correto. Dizia que perto do meu avô ele era muito bonzinho, que a gente deveria agradecer por ele não ser como meu avô. Mas eu não via muita diferença do que ele contava do meu avô com o que ele fazia. Teve uma vez que fui dizer isto a ele, quando ele contava as histórias de meu avô, disse que ele era igual a meu avô. Ele me deu um tapa...